Balanço – Poesia



Que virilidade é essa que esparrama e emana a sexualidade latente
Latidos internos,
Que emergem
Vulcanizam a sensualidade
Com a própria suavidade.

Seda, cetim,
sede de viver,
enfim.

Explorar esculturando
O esculpido de um velho novo corpo,
Cujo gosto é saber ver e ser feliz.

Disforme, em forma,
Da forma fumegante de filtrar
As correntes de ar…
Deixar o coração balançar…

Vivian Goldmann
3 de Maio de 2002

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