Heroína ser ou não ser!

Desde tempo remotos, e isso ainda segue acontecendo, a nossa cultura está moldando o nosso comportamento para servir a uma lógica que aprisiona as mulheres. Guerreira e rainha são algumas das palavras que usam para nos fazer acreditar que temos que seguir sendo aquilo que esperam de nós. Outras tantas são usadas para nos rotular quando decidimos tomar caminhos diferentes e escrever, com autonomia, nossas próprias histórias.

Quando comecei a fazer o trabalho da Jornada da Heroína eu pensei muito no uso da palavras Heroína. Temia cair no equívoco de ficar aprisionada pela ideia de que temos que ser mulheres maravilha e super heroínas e dar conta de tudo, como está no script. Minha angústia foi sanada no momento em que me dei conta que eu poderia escrever a minha própria definição de heroína.

Para mim, Heroína é aquela que está vivendo sua vida com entrega, aprendendo a se reconhecer em novos espelhos e melhorando a percepção que tem de si mesma. Aquela que está trazendo consciência para sua caminhada, explorando aventuras e dando volta nas pedras que encontra pelo caminho. As que caem e levantam, sentem a dor dos machucados, mas seguem caminhando com a única certeza: de que podem, e muito provavelmente, vão cair novamente.

Não existe glamour em seu uma heroína. Existe escolha!


A escolha de ser senhora de seu caminhar e de partilhar essa jornada com outras mulheres que estão em busca da mesma autonomia, mas que compreendem que não precisam estar sozinhas para serem livres. Em verdade, entendem que o caminho é compartilhado e que isso é maravilhoso.

Quer saber mais sobre a Jornada da Heroína? Tem link na bio para uma série de vídeos, para se inscrever na palestra e, também, para o Grupo de Crescimento que começa em março.

Por Duda Dorea

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