Identidade

No último ano vimos nossa atenção na Ayne chamada a questões de mulheres que, a pesar de ter nossa dedicação, às tratávamos como um grupo único: mulheres!

No decorrer do ano foi ficando mais e mais latente que dar importância especial a estas pessoas era crucial. Então decidimos que a Ayne precisaria tratar diferente mulheres negras e pessoas trans. Conforme a própria legislação brasileira, esses grupos de pessoas merecem um tratamento diferenciado e atencioso. São pessoas mais discriminadas, que mais sofrem preconceito e, consequentemente, têm mais dificuldades de serem tratadas como “pessoa igual”.

Passamos a disponibilizar nas atividades da casa vagas livres e mesmo vagas de emprego levando em consideração sua representação. Quando os iguais não são iguais precisamos agir diferente em busca de igualdade.

No fim do ano ao nos perguntarmos sobre essa opção percebemos que nós havíamos nos questionado sobre nossa própria identidade. Algo extremamente importante como instituição que visa mudanças sociais e busca igualdade para todos.

Este é um ano de busca, resgate e aceitação de identidade na Ayne.

Há momentos na vida que precisamos refletir sobre quem somos, o que queremos, que mudanças internas ( e porque não externas também? ) precisamos nos disponibilizar. Estes momentos para quem é atenta consigo mesma precisam ocorrer várias vezes no decorrer de nossa existência.
Então aqui estamos querendo agir e auxiliar a todos a refletir e agir em relação a sua identidade. Façamos nossa busca e nossa escolha.

Você se identifica?

Por Simone Lima

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *